Viver é involuntário
É ato que de ordinário
Não nos percebemos em
ação
No cotidiano diário
E as ações s e tornam
automáticas
E as sensações
dogmáticas
E as criaturas pouco
enfáticas
E daquilo que não vi que
sou
E daquilo que não percebi
que fiz
Nos questionamos quando
confrontados
Será que foi eu que fiz?
Das ações instintivas,
automáticas
É necessário se abster
Sentir não é reação
É treinamento em se
perceber
Desperta para uma vida
vivida
Na consequência do que
estamos a viver
O momento presente
Exige nossa presença
Para que possamos ser
Aquele que decide amar
Aquele que decide
entender
Somente que pela vontade
Decide fazer a criança
crescer
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