O movimento natural de quem se vê e não se reconhece a si
É deslocar, para quem quer que seja, o que precisa se admitir.
A força psíquica deslocada na defesa do que precisamos reconhecer,
Desequilibra o sistema de tal forma que, não raro, nos leva a adoecer.
Quando do que nos defendemos, em geral, é insignificante...
Em vista do estrago que pode fazer.
O trabalho de aceitação daquilo que não queremos ver
Começa pela percepção do que, no outro, nos causa desprazer.
Daí o mergulho honesto no questionamento:
O que dalí esta pode me pertencer?
Visto o que me pertence, o que posso fazer?
Geralmente, só de vê-lo nos transformamos, elaboramos, ressignificamos.
O que importa é que
Na negação , não há evolução.
Comecemos o desafio então:
Olhemo-nos com honestidade. É isso que nos trará serenidade.
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