O homem é o árbitro constante de sua própria sorte.
Ele pode aliviar o seu suplício ou prolongá-lo.
Sua felicidade ou sua desgraça
dependem de sua vontade.
Portanto, a felicidade não é ter e
nem ser.
É uma escolha, não um resultado.
É uma decisão diária que envolve a
maneira como encaramos a vida e suas circunstâncias. Isso não significa a
ausência de problemas, mas sim a capacidade de escolher como lidar com eles, encontrar
propósito e valorizar o presente e os pequenos detalhes.
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