Alegro-me de vê-la aqui, criatura abençoada de meu Pai.
Há tempos a vida vem convidando-a a desacelerar
para que a introspecção possibilite a reavaliação da sua vida, daquilo que você
acredita e das coisas a que você se apega de forma tão firme.
Mas hoje, por um motivo ou por outro,
você se rendeu a esse chamado, a esse convite para ressignificar a sua própria
vida.
Aproveite, minha doce criança, essa
oportunidade. Alerto-a que, muitas vezes, o incômodo do processo pode suplantar
a clareza do fenômeno e, com isso, deixamos passar o aprendizado que ele
contém.
Então, o convite de hoje é para que você
se mantenha presente ao que lhe acontece hoje.
Nem sempre o que acreditamos ser o
mal em nossas vidas se mostra no futuro realmente assim.
Nossa pressa em julgar os fatos e valorá-los
segundo nossa percepção tacanha e acanhada é que nos causa a maioria de nosso
sofrimento.
Brigar com a vida nunca será o melhor
caminho.
Aprendamos a ter fé em Deus, que rege
todo o universo, e a ter paciência para esperar a chegada daquilo que
acreditamos ser a solução do nosso problema.
Mais tarde, você perceberá que a
solução da sua vida veio com o que você denominou de problema ou dor.
Tenhamos nós a consciência de nossa
imperfeição frente aos desígnios divinos e a partir dela escolhamos a brandura
e a passividade como formas de enfrentamento da vida.
Cuida para que a sua consciência se
mantenha atenta aos sinais da vida, que a cercam de todos os lados e em todos
os momentos, alertando-a quanto aos erros cometidos, às necessidades de mudança
e aos perigos do caminho.
Você nunca esteve sozinho.
Creia e viva com serenidade e consciência
o seu processo evolutivo. Você sairá dele fortalecido.
Creia!
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