terça-feira, 30 de junho de 2026
25 de junho de 2026 - Grupo Bezerra de Menezes
Daqui onde estou
Oro por
você.
Rogo a
Deus que lhe dê ânimo.
Doravante
o meu caminhar,
Onde quer
que ele me levar,
Revelará
o meu sentir, o meu amar.
De tudo
o que me acontecer,
O seu
amor me sustentará
Rico bálsamo
a me amparar.
Descubro
a cada dia
O seu
olhar a me cuidar
Repassando
cada passo a enfrentar
Dói-me
relembrar
O quanto
sofri por desacreditar
Remando
contra a maré do seu amor.
Deus,
que é meu Pai,
O ser
divino que em mim habita,
Rica imagem
a me sustentar.
Do seu
amor vou me alimentar
O exemplo
de Jesus me inspirará e
Regressarei
ao Pai mais forte e feliz
Dito isso
me despeço
O homem
que outrora duvidou
Ressurge
forte com fé, confiança e amor.
quarta-feira, 24 de junho de 2026
18 de junho de 2026 - Grupo Bezerra de Menezes
Há momentos em que precisamos parar um pouco para recuperar nossas energias.
Nesta vida,
aprendemos a correr atrás das oportunidades e nos ensinam que o andar mais
lentamente pode significar pouca disposição ou falta de interesse ou ambição.
Esquecemo-nos
que não somos máquinas e mesmo as máquinas, se utilizadas em demasia, sofrem
danos, às vezes, irreparáveis.
Então,
parar um momento para se recuperar, para meditar, para analisar sua vida e suas
escolhas, é sempre benéfico e, muitas vezes, necessário.
Enquanto
corremos pela vida, esquecemos de questionar nossas escolhas e atitudes e
passamos, quais sonâmbulos, pelas experiências sem delas aproveitar a mensagem,
sem realmente mudar e aprender com as provações que nos chegam.
A pausa
é, sim, necessária. Ficamos angustiados porque muitas vezes os que caminham conosco
não se permitem desacelerar e passam por cima de nós como rolos compressores,
lançando-nos olhares de críticas e reprovações.
Se, no
momento você foi obrigado a dar uma pausa na correria da vida, por uma doença
ou outro motivo, ou você conscientemente escolheu esse andar mais lento, não se
questione tanto.
Viva a
experiência, colhendo dela os frutos de sabedoria e ressignificação do que você
quer da sua vida, quais são seus objetivos, aonde pretende chegar.
Reconhecer
o que o faz feliz é importante para saber qual o caminho a escolher.
Se a
vida o convida à mudança, a um lugar talvez incômodo ou nunca imaginado, pare
um pouco para analisar a situação, sem se prender no objetivo inicialmente
programado ou desejado.
Tudo pode
acontecer. Nada pode acontecer. A vida é imprevisível! Uma hora você está num
lugar e de repente é empurrado para um outro.
Se você
retomar o caminho original ou não, em qualquer situação, a vida o convidará a
refletir e a fazer suas escolhas.
Para isso
é preciso que você desenvolva a consciência de si mesmo, do que quer, do que pretende
da sua vida, dos seus valores e das suas crenças.
Por isso,
hoje eu o convido a desacelerar, a se voltar um pouco para dentro de si e para
se conhecer um pouco mais.
Essa
reflexão o fará amadurecer como pessoa e a fazer melhores escolhas agora.
Siga sem
pressa, mas sempre consciente de que suas escolhas edificarão o futuro que o
espera.
11 de junho de 2026 - Grupo Bezerra de Menezes
Meu corpo dói e estou incomodado.
A dor
reverbera em mim e me tira o conforto e a paz.
Essa parte
de mim, que no dia a dia nem percebia, agora chama minha atenção e me incomoda
a cada passo.
Por que
sofro dessa dor? O que fiz para merecer isso?
Essas são
indagações que nos chegam quando somos surpreendidos pelas provas da vida.
Por que
nosso corpo adoece?
Muito se
diz sobre o poder da mente, sobre a nossa capacidade de nos superar ou de nos
sabotar, mas será que conseguimos realmente compreender o poder de nossas
escolhas?
A dor,
por si só, não nos diz nada, mas se a associamos ao nosso estilo de vida ou às
nossas escolhas, ela se transforma em valioso fenômeno e termômetro do nosso
ser.
O corpo
grita quando a alma não quer ouvir.
Tudo o
que fazemos e tudo o que pensamos têm um preço e é o corpo, muitas vezes, quem paga
essa fatura.
A rigidez
mental provoca a rigidez do corpo e sofremos de dores na coluna, nos ombros e
no pescoço.
A falta
de benevolência conosco mesmo e com os outros causa-nos severas dores de
cabeça.
A mágoa
e o rancor adoecem nossas células e abrem espaço para um sem-número de doenças.
Quando
a culpa nos consome, deixamos que os seres infecciosos invadam nosso corpo,
poque baixamos nossas defesas imunológicas.
A dor em
nós não é fim, mas sim instrumento de mudança. O que em mim é preciso mudar
para que meu corpo restaure a saúde?
Fomos todos
criados à semelhança do Pai e, por isso, somos todos, em essência, perfeitos.
O que
vem nos afastando dessa perfeição?
Que
atitudes e pensamos temos escolhido viver que têm nos adoecido o corpo?
A resposta
a essa pergunta é a chave da cura pretendida.
Assim,
além de buscar a cura no mundo, através da medicina bendita, inspirada no amor
de Deus por suas criaturas, é preciso que cada qual busque igualmente a mudança
interior que facultar-nos-á o benefício da paz, da felicidade e do prazer
cristão.
Se hoje
a dor o incomoda, busca entender de onde ela provém. Será que é de uma forma de
pensar? Talvez de modelos mentais que o levam ao caminho do julgamento severo e
da ira contida?
Se a
sua mente é um torvelinho de angústias, mágoas, ressentimentos e raiva, o que
será do seu corpo, meu irmão?
Odiar o
outro é se envenenar esperando que o outro sofra.
O perdão
não libera senão aquele que perdoa.
A vida
devolve à criatura tudo o que ela entrega em suas experiências e relacionamentos,
sejam eles familiares ou sociais.
Cuida,
pois, de tudo o que você em acalentando na sua mente, dos valores que você escolhe
seguir, das crenças que o movem na vida.
Mesmo que
a vida, em algum momento, não seja gentil com você, sua reação sempre será uma
escolha unicamente sua.
Lembre-se
sempre da responsabilidade que lhe cabe, porque é você quem sofrerá as consequências
de suas escolhas, no corpo e na alma.
sexta-feira, 5 de junho de 2026
4 de junho de 2026 - Grupo Bezerra de Menezes
Qual estrela da noite que cede seu lugar ao orvalho do amanhecer do dia, nós também devemos dividir nosso espaço com aqueles com quem convivemos.
Ainda que nosso brilho seja
fulgurante e não desejemos ceder o nosso papel a ninguém, não podemos ser o
protagonista único desta existência. Partilhamos com outros nossa jornada
terrena, pessoas que também têm angústias, medos e desejos, assim como nós, e
que também gostariam de protagonizar as suas próprias histórias.
Quando vivemos ensimesmados em nossa
própria existência, esquecemos de olhar em volta e pouco nos importamos com o
que acontece ao nosso redor, crentes que temos o direito de ver nossos desejos
satisfeitos e nossas necessidades atendidas.
Ofendemo-nos quando o outro se recusa
a nos atender e tomamos como pessoal tudo o que nos aborrece e desagrada.
É preciso aprender a viver em coletividade.
É preciso entender que o mesmo desejo
de ver satisfeitas nossas vontades, viceja na mente e no coração daquele que
partilha a sua jornada.
É preciso enxergar o outro, não como
uma extensão de si mesmo, mas como uma pessoa singular com seus próprios
desejos e necessidades.
É preciso que saiamos da infância do
espírito, que tudo quer e pouco tem a oferecer, para vivenciar a maturidade de
entender que só dando que iremos receber e o que plantarmos em ações e emoções
definirá os frutos que colheremos no amanhã.
Vivemos juntos porque precisamos
aprender uns com os outros.
É na diferença e no incômodo que
despertamos para novas verdades e ressignificamos nossa moralidade engessada em
crenças enrijecidas ao longo dos milênios.
Cuida, pois, de olhar ao redor e
perceber os que o cercam.
Aprenda a cuidar do outro que a vida
se incumbirá de cuidar de você.
Juntos seremos mais fortes quando aprendermos
a nos respeitar uns aos outros e quando cada olhar souber distinguir o que sou
eu e o que é o outro.