A prisão que escolhemos
A prisão
mais cruel não é aquela que se lhe impõe, mas a que você mesmo aceita habitar.
Não importa
onde o coloquem, o que tentem fazer com você, o cerco que armem contra você. Sua
verdadeira prisão é a que você constrói do lado de dentro e escolhe nunca sair.
Não é
sobre as grades que o cercam, é sobre o espaço que você se permite ocupar. É sobre
as correntes invisíveis que aceitamos usar e as travas da alma que não temos
coragem de destrancar.
A liberdade
sempre começa na mente. A verdadeira fuga acontece quando você deixa a cela
psíquica que construiu à força de medo, de conforto, de repetição. Não é sobre
onde o obrigam a estar, mas sobre onde, por escolha própria, você decide permanecer.
Saber para
onde não voltar também é direção.
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