segunda-feira, 1 de dezembro de 2025
20 de novembro de 2025 - Grupo Bezerra de Menezes
Nunca se esqueça da dor vivenciada nos momentos de provação.
Todos temos
a tendência de procurar esquecer e deixar para trás os momentos dolorosos, sem
entender que esses momentos devem ser mantidos em nossas lembranças, como
lembretes de que a vida precisou nos sacudir para nos colocar novamente na
trajetória da evolução.
Se você
esquece a dor, também esquece o aprendizado que ela lhe trouxe. E a vida se esforçou
tanto para que você entendesse!
Então,
meu amigo, guarda no seu coração os momentos dolorosos que o fizeram crescer, não
para reviver a dor, mas para não se apartar da lição, da necessidade de sempre
melhorar, evoluir e não repetir os erros do passado.
Ainda precisamos
dos espinhos para nos manter na linha. Dia virá que aprenderemos por amor e não
nos perderemos mais nas ilusões da vida. Até lá, entretanto, guarda com carinho
os espinhos do caminho: lembretes amorosos da necessidade constante de
vigilância dos atos e pensamentos.
Que as
dores da sua jornada tenham lhe proporcionado as reflexões necessárias à sua
evolução e aprimoramento moral. Que você guarde no coração as lições que a vida
lhe trouxe e que elas sejam como sinalizadoras da sua jornada terrena. É tudo o
que eu lhe desejo.
Todos os
caminhos levam ao Cristo, mas somos nós que escolhemos a estrada que percorreremos:
um caminho reto e acolhedor, ou acidentado e cheio de atalhos, mas com igual número
de perigos e ilusões.
Aprendamos,
pois, com nossos erros e tenhamos a coragem de mudar nossa vida, eis o que
Jesus espera de nós.
Possamos
nós nos tornarmos a melhor pessoa, a melhor versão de nós mesmos, a cada dia, a
cada momento desta abençoada existência.
Faça valer
esta oportunidade de vida. Dê o seu melhor. E nunca, nunca, se esqueça dos
espinhos... eles irão auxiliá-lo na jornada.
Coloque-se
nas mãos de Deus e siga com confiança e fé.
quinta-feira, 13 de novembro de 2025
13 de novembro de 2025 - Grupo Bezerra de Menezes
O homem é o árbitro constante de sua própria sorte.
Ele pode aliviar o seu suplício ou prolongá-lo.
Sua felicidade ou sua desgraça
dependem de sua vontade.
Portanto, a felicidade não é ter e
nem ser.
É uma escolha, não um resultado.
É uma decisão diária que envolve a
maneira como encaramos a vida e suas circunstâncias. Isso não significa a
ausência de problemas, mas sim a capacidade de escolher como lidar com eles, encontrar
propósito e valorizar o presente e os pequenos detalhes.