quinta-feira, 13 de fevereiro de 2025

13 de fevereiro de 2025 - Grupo Bezerra de Menezes

 “Reconciliai-vos com vossos inimigos enquanto ainda há tempo”, esse foi um dos convites a nós endereçado por Jesus.

A vida exige interação com os outros seres do planeta. E são nessas interações que muitas vezes nos comprometemos, deixando sair de nós fragmentos de nossos vícios de conduta, de nossos vícios mentais e que acabam por dificultar nossa caminhada. Nesse momento, angariamos para nós o que Jesus chamou de inimigos, pessoas que não estão sintonizadas com nossa forma de pensar ou de agir e que se ressentem de nossos atos.

Inimigos são também os vícios que ainda abraçamos na alma e dos quais ainda temos dificuldade de nos desapegar.

A nossa travessia no planeta é de evolução e crescimento e a nossa vida deve a isso refletir.

Então, se o seu jeito de pensar ou de agir tem lhe causado dissabores e desavenças, chegou a hora de mudar.

Mudar, porque devemos plantar harmonia e não discórdia.

Mudar, porque devemos ao outro, pelo menos, o benefício da dúvida e não a certeza do erro alheio.

Mudar, porque cada um de nós merece ser feliz, sem exceção e do jeito que entender: isso se chama livre arbítrio.

Mudar, para entender que você é só responsável por suas próprias atitudes.

Mudar, para ajudar e para tornar a sua vida melhor e a do outro também, deixando a ele a escolha.

Mudar, meu irmão, porque você veio aqui só para isso: se modificar, pensar diferente, fazer de outra forma, abrir seus horizontes.

Então, diante do novo, eu lhe rogo, não reaja, ao invés, interaja e aprenda com o diferente, com aquele que aparenta ser seu inimigo, mas que nada mais é do que uma oportunidade para crescer e evoluir.

Plante no seu caminho amor e entendimento.

Seja você o primeiro a estender a mão e a buscar a conciliação.

Seja você, antes de tudo, a melhor versão de si mesmo, todos os dias e, se possível, a cada minuto desta exígua existência.

Concilie-se com seus inimigos internos, revisando suas crenças primárias e seus valores ancestrais.

Concilie-se com aqueles a quem magoou, também.

Conceder o perdão é uma atitude nobre, mas buscar esse mesmo perdão é prova de humildade daquele que um dia acreditou ser o portador de toda a verdade.

Ainda há tempo, meu amigo. Livre-se das amarras que porventura ainda o prendam ao passado milenar e construa, hoje e agora, um novo alvorecer da sua existência.

Ainda há tempo!

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