sexta-feira, 17 de maio de 2019

16 de maio de 2019 - Grupo Bezerra de Menezes

Não sou assim!
O movimento natural de quem se vê e não se reconhece a si
É deslocar, para quem quer que seja, o que precisa se admitir.
A força psíquica deslocada na defesa do que precisamos reconhecer,
Desequilibra o sistema de tal forma que, não raro, nos leva a adoecer.
Quando do que nos defendemos, em geral, é insignificante...
Em vista do estrago que pode fazer.
O trabalho de aceitação daquilo que não queremos ver
Começa pela percepção do que, no outro, nos causa desprazer.
Daí o mergulho honesto no questionamento:
O que dalí esta pode me pertencer?
Visto o que me pertence, o que posso fazer?
Geralmente, só de vê-lo nos transformamos, elaboramos, ressignificamos.
O que importa é que
Na negação , não há evolução.
Comecemos o desafio então:
Olhemo-nos com honestidade. É isso que nos trará serenidade.

9 de maio de 2019 - Grupo Bezerra de Menezes

De fora, de onde vem
O convite das sensações,
Elaboramos internamente os sentimentos e emoções.
São nossos guias fiéis na estrada que devemos trilhar,
Pavimentam de tempos em tempos crenças que, algumas vezes, temos que alterar.
Na busca da constituição de sólido interior,
Os sentimentos nossa vocação para a dor.
O que está internalizado
Não deve , jamais, ser negado.
Contudo, deve ser visto, reconhecido e,  quando necessário,
Ressignificado.
Toma posse do teu sentimento, faz acurada avaliação.
Responde a ti mesmo ao que ele vem, qual a sua função.
Se ele se realiza, acolhe-o no teu coração.
Se o reconhece como tóxico, observa-o e o deixa ir então.
Selecionar sentimentos que te tragam nutrição
É auto-amor.
É auto-perdão.

quinta-feira, 2 de maio de 2019

2 de maio de 2019 - Grupo Bezerra de Menezes

Os ventos ao longe empurram do mar
As nuvens carregadas que parecem ameaçar.
Forjadas no calor das pressões oceânicas,
reúnem a força que o sistema emana.
Deslocam-se para o continente em sublime missão
de sanear os miasmas brotados do chão,
vividos na mente em desorganização.

E a fúria tempestuosa se derrama sobre nós,
lavando com violência o conteúdo atroz.
Depois a bonança, uma leve serenidade,
que transparece a paz, depois da tempestade.

Assim é, em nossa caminhada em direção à imortalidade.
As tempestades virão cumprir sua missão,
sanear os sentimentos de que mais não temos necessidade.
Semear o Amor, o Perdão e a Caridade.
E nos levar ao encontro com a nossa verdade.

terça-feira, 30 de abril de 2019

25 de abril de 2019 - Grupo Bezerra de Menezes


Como será que se percebe uma flor?
Será que entende que é bela na intensidade das suas cores?
Será que se extasia nos hálitos que se expendem dos seus odores?
Terá o entendimento acertado,
de que possui, em suas pétalas,
um tecido tão delicado?
Seria uma pena se um ser tão belo não pudesse se perceber
como um ser tão bem aquinhoado.
E outras belezas há por esse mundo abençoado.
Na necessidade cada um traz em si
um belo tesouro guardado.
Será que percebemos?
Será que o temos ao nosso lado?
Seria uma pena se não o víssemos,
Se o temos deixado de lado.
A bela flor que habita em nós
precisa do nosso cuidado.
Sejamos o jardineiro fiel
do tesouro que nos foi confiado.
Nos momentos desfavoráveis,
Essa flor será o ponto de luz
Que nos fará permanecer equilibrados.
A consciência da beleza em nós,
ainda que em um ponto bem reservado,
nos liga à beleza da vida,
nos liberta do abandono,
nos diz da certeza Divina
que da criação somos filhos amados.

terça-feira, 23 de abril de 2019

19 de abril de 2019 - Grupo Bezerra de Menezes





A criança que ainda habita o cenário das nossas emoções reclama, de quando em vez, o carinho, o aconchego, as atenções que no passado nos embalaram os sonhos e as intenções.

As vezes, essa demanda permanece a nos açoitar, pedindo diuturnamente algo que o mundo não nos dá.

De fato, o ser amadurecido na idade, e não na emoção, é, na verdade, o responsável por trazer a si mesmo essa provisão.

Encontrar a criança ferida, a falta mais essencial.

Dar a ela um olhar de confiança, que acolherá a sua questão.

É um trabalho individual necessário, é do ser uma missão.

Por mais estranho que pareça, nós somos sabedores de como devemos nos amparar.

Daí sermos os condutores daquilo que irá nos acalmar.

Segue, portanto, atento, à criança que ainda mora em ti.

Do que ela chora e reclama, que tanto faz falta a si, e busca acrescentar de ti mesmo, naquilo que conseguir.

Conversa contigo mesmo a busca do que buscais.

E entrega à tua criança aquilo que a satisfaz.

Verás, de forma clara, que é um dos caminhos para a paz.





Psicografia do dia 19/04/2019 – Grupo Bezerra de Menezes Comunhão Espírita de Brasília

quinta-feira, 11 de abril de 2019

11 de abril de 2019 - Grupo Bezerra de Menezes


De todo o mundo que sente
Escolhemos, do que se disponibiliza,
Sermos obedientes aos apelos que emergem de nós
E nos dizem que não somos o suficiente.

A percepção dessa falta,
De que algo não se completou,
Emerge com essa força,
Com intuito motivador,
Para que olhemos para o que ainda não somos
Com um olhar desbravador

E julgar se o que não somos
É, de fato, o que queremos ser
Ou se o que queremos tem outro valor.

Portanto, se a falta sempre nos acompanhou.
Preenchamos, então, a falta com a compreensão
Emocional e racional
De que aquilo que não está
É para onde devemos olhar
Na construção do ser espiritual.

11 de abril de 2019 - Grupo Bezerra de Menezes


Se você sobe num morro, sua visão se amplia e você consegue ver mais longe. Seu olhar percebe mais coisas e seu mundo se expande.
De outro lado, se permaneceres aos pés desse mesmo morro, pouca coisa conseguirás perceber daquilo que existe a tua volta, porque teu olhar e, por conseguinte, teu mundo está limitado.
As tuas decisões são sempre pautadas por aquilo que consegues enxergar dos fatos que te chegam. Ora o teu olhar está limitado e estreito, ora consegues enxergar além das aparências e essas limitações do teu estado mental, que oscilam conforme tua situação de vida, momentaneamente extraída de sua psique, vão ditar as tuas reações.
Às vezes, por tão pouco, tens uma reação exacerbada daquilo que te chega. Em outro momento, o mesmo fato não te causa reação nenhuma.
Tudo depende de como se encontra o seu estado de espírito, da amplitude do teu olhar para os fatos da vida.
Muitas vezes acreditamos que o esforço de subir o morro não vale a pena e preferimos manter limitado o nosso olhar, contentando-nos a um mundo estreito e de poucas perspectivas.
Mas é o “subir o morro” que nos faz crescer. É olhar além dos nossos valores e preconceitos, que nos possibilita enxergar o mundo de outra forma e, com isso, ampliar nossos horizontes.
Não tenhas receio de olhar para o lado.
Não tenha medo de entender que vivemos segundo padrões mentais preestabelecidos e que esses padrões nem sempre são compartilhados com aqueles que caminham conosco.
Não se melindre ao entender que não há demérito na diversidade e o “pensar diferente” sempre nos acrescentam uma nova perspectiva sobre os fatos que vivenciamos.
Mudar o rumo da jornada, traçar um novo caminho, não é fraqueza, é coragem de se reinventar, de tentar algo novo, de fazer diferente.
Permita-se um passo diferente.
Permita-se um novo olhar.
Os teus horizontes se abrirão a novas experiências e os teus valores se modificarão.
Se é certo que nem sempre estás equivocado, também é razoável considerar que às vezes erra.
E olhar para o exemplo daqueles que caminham contigo, por certo acrescentará uma generosa dose de entendimento do que é e do que poderia ser.
Permita-se fazer diferente.